terça-feira, 18 de agosto de 2015

Diário de Manigold - Heróis ajudam crianças que lutam contra o câncer



Existem ações que não tem um preço real!
Nesta ação a Ogilvy Brasil uniu o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer ) em parceria com o Cartoon Network e desenvolveu o HELPLINE dos Desenhos (do inglês: Telefone de Ajuda)

Assistam é emocionante:




terça-feira, 14 de julho de 2015

Diário de Manigold - D1181 - Explicando o Câncer - PokeCancer

Bom, de maneira didática e fácil de entender, imagine que você está no mundo Pokemon (da primeira temporada de preferência). E cada pokemon e seu nome peculiar e tipo refere-se a uma doença.
Por um acaso são quantos na primeira temporada?
150, 151 se contar o Mew.

Ok! Perfeito!

Pois bem imagine agora a quantidade de combinações possíveis de todos esses pokemons.

São muitos! O câncer é igual, são centenas de combinações que podem ocasionar e a grande maioria deles não se tem certeza de por que começam.
Alguns fatores são bem simples e fáceis de entender. Por exemplo:

o Koffing é o seu pokemon doença do tabagismo:



Ele vai começar pequeno e fraco, e quanto mais você treina-lo
mais forte ele vai ficar e mais tendencias a evoluir ele terá.
E vai virar um "Lindo" e venenoso Wezzing.



Pois é bem isso! As chances crescem de maneira exponencial, quanto mais vezes você o treina e por quanto tempo você o treina. Leia se quantos cigarros e a quantos anos você fuma. E claro tudo é uma questão estatística, Você tem chance de ter ou não, alguns fumam a vida inteira e com certeza tem complicações pulmonares mas não chegam a contrair as células cancerígenas.

Isso serve para quem toma muito sol, ou consome em excesso alguma substancia e por ai vai.

Mas quando realmente o câncer aparece?
Segundo o site do Instituto nacional de Cancer (INCA):

Uma célula normal pode sofrer alterações no DNA dos genes. É o que chamamos mutação genética. As células cujo material genético foi alterado passam a receber instruções erradas para as suas atividades. As alterações podem ocorrer em genes especiais, denominados protooncogenes, que a princípio são inativos em células normais. Quando ativados, os protooncogenes transformam-se em oncogenes, responsáveis pela malignização (cancerização) das células normais. Essas células diferentes são denominadas cancerosas.

E o que define se o cancer é maligno ou benigno?
Nem concordo que benigno pode ser utilizado em conjunto com a palavra mas... quem sou eu né?!

Pois bem peguemos 2 exemplos de pokemons celulas cancerigenas:
Snorlax:

É grande , lento e pesado. 
Quanto mais come mais cresce, porém sua falta de agilidade ajuda na hora de combate-lo.
Esse é o que chamamos de benigno.

Pikachu:
Rápido, forte e procria com facilidade.
Esse é o perigo e o que chamamos de maligno.


Outra maneira que pode diferenciar os tipos além da velocidade é a capacidade de atacar orgãos e tecidos do corpo próximos a célula cancerosa, o que seria uma especie de ataque vizinho como um soco de um Hitmonchan ou um ataque a órgãos distantes como um arremesso do osso do Marowak.
E o que chamamos Metastases.




Bem, como vocês sabem, eu não sou médico e essas analogias são bobas mas condizem com a realidade. Boa parte das vezes não iremos saber o por que aconteceu, o que ocasionou ou "por que eu?" 

Existe muitas outras coisas a serem lidas a respeito e estudadas, O meio em que estamos inseridos é hoje 80% do fator que pode desencadear um câncer, hábitos alimentares, o local em que vivemos, o ar poluído, a terra mal cuidada, a radiação, morar próximo a redes de alta tensão, trabalhar com produtos químicos, excesso de medicamentos, etc etc etc. 

Mas se você chegou aqui e não foi por mera curiosidade, entre em contato. Me procura no facebook.
O fato é que já existem pessoas estudando sobre e não somo nós, talvez não agora, que temos que nos preocupar com o "por que".Daqui pra frente se preocupe em viver. Viver é importante, vencer é relativo.

Espero que tenha conseguido passar alguma informação! Abraços!




segunda-feira, 4 de maio de 2015

Diario de Manigold - D1111 - odontologia de mãos dadas com Oncologia

Por algum motivo, que eu confesso não saber qual, (criem, especulem, teorizem, todas vão valer) sempre que penso em escrever no blog sobre o assunto cai num dia que faz sentido, parece algo cabalístico hehe.

Pois bem,

Algumas coisas são interessantes comentar, e espero que compartilhe essa informação:
Descobri a doença relativamente numa idade intermediária, acredito eu(25 anos).
Por um acaso não havia feito nenhuma extração de siso. (últimos dentes molares )
Descobri a pouco e da pior forma que o ideal é que para todo o paciente que entra em
tratamento de cancêr é aconselhável que se tenha um acompanhamento odontológico.

Principalmente para aqueles a qual se destinarão um tratamento radioterapêutico.
Segue trecho de uma entrevista do Dr. Drauzio Varella com o Dr. Cesar Augusto Migliorati (cirurgião dentista)


Drauzio – No caso do câncer, há uma infinidade de patologias da boca provocadas por agentes oportunistas, germes que infectam pessoas já debilitadas, mas muitas das complicações decorrem de tratamentos clássicos como a radioterapia e a quimioterapia. Vamos nos deter nos doentes que recebem radiação na área da boca. Quais os cuidados gerais a serem tomados e quais as complicações que esses doentes costumam apresentar?

César Augusto Migliorati – A primeira coisa a destacar é que fazemos parte de uma equipe e trabalhamos ativamente ao lado do radioterapeuta. Procuramos discutir com ele quais áreas serão irradiadas e que tipo de providências devem ser tomadas para prevenir complicações. Uma das mais severas que podem ocorrer é a xerostomia, ou boca seca. Como a radioterapia altera a função das glândulas salivares, o paciente fica com a boca muito seca o que prejudica sua qualidade de vida como um todo na medida que dificulta a fala, a mastigação, a deglutição e a formação do bolo alimentar.

Pois bem, já é sabido que o tratamento de quimioterapia  e radioterapia são agressivos, e segundo o doutor o responsável por amenizar os efeitos é o próprio radioterapeuta , criando uma série de proteções com chumbo para proteção dos dentes durante a aplicação da "rádio".
E por que essa preocupação e ao mesmo tempo o porquê de eu ter dito que descobri da pior forma?
Como eu havia falado, nunca havia extraído qualquer dente (citei o siso, pois é mais comum). E a dentista que estou frequentando ao saber da minha patologia me alertou sobre os risco de fazer uma extração após o tratamento radioterápico. Um dos quais há risco de mutilação, ou seja, a não cicatrização do caso de extração, podendo até perder parte da mandíbula caso isso realmente aconteça.

Dai você pode dizer: "oh my God, please NO! O que posso fazer então????"

Nesse caso, é simples, NÃO EXTRAIA O DENTE.

Isso é um problema? SIM, claro que é um problema, eu não tenho espaço para os dentes e 2 já estão erupcionados (leia-se nascendo ou nascidos) e vou ter que aprender a viver assim.
Mas dos males o menor correto?

Então caso esteja ou conhece alguém na mesma situação que eu, Alerte-o.
É sempre bom estar bem informado. Se possível faça um acompanhamento com um ortodontista, pergunte ao seu médico sobre a necessidade e busque sempre mais de uma opinião.
Espero ter ajudado! Se sim, deixe um comentário, ficarei feliz em saber. Caso contrário, continuo tentando.

Abraços e até a próxima!
Link para a entrevista inteira do Dr Dráuzio caso interesse >> clique aqui <<